Pessoal recomendo a todos a peça "A visita da velha senhora" com o pessoal do TUM.
Clique no título da postagem para acessar o blog da peça.
Keywords: teatro maringá velhasenhora tum
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14 agosto, 2011
28 março, 2009
O Teatro Mágico
Keywords: música teatro mágico
Sabe quando você tá cansado de tudo que ouve, espera encontrar algo novo...
Então, ontem encontrei... Letras fortes, mensagens renovadoras, resumindo, uma ótima descoberta!
O mais legal de tudo, na página deles (clique no título) você pode fazer o download das músicas deles, totalmente grátis! Um viva para a liberdade de expressão!
Algumas músicas que valem a pena ouvir (mais de uma vez):
Sabe quando você tá cansado de tudo que ouve, espera encontrar algo novo...
Então, ontem encontrei... Letras fortes, mensagens renovadoras, resumindo, uma ótima descoberta!
O mais legal de tudo, na página deles (clique no título) você pode fazer o download das músicas deles, totalmente grátis! Um viva para a liberdade de expressão!
Algumas músicas que valem a pena ouvir (mais de uma vez):
- Ana e o Mar
- O Anjo Mais Velho
- Zaluzejo
- Camarada D'Agua
- O Merito e o Monstro
- Pena
- O Tudo É Uma Coisa Só
19 setembro, 2008
cat /dev/random | grep boinc
Já ouviu falar do projeto BOINC?
Bem resumidamente, é um agregador de projetos de computação distribuída.
Quais os projetos mais legais?
IMHO... seti@home; milkyway@home; climateprediction; rosetta@home.
Em quais sistemas funcionam?
Veja a lista.
Quer uma dica para instalar no FreeBSD?
Clique aqui!!
Bem resumidamente, é um agregador de projetos de computação distribuída.
Quais os projetos mais legais?
IMHO... seti@home; milkyway@home; climateprediction; rosetta@home.
Em quais sistemas funcionam?
Veja a lista.
Quer uma dica para instalar no FreeBSD?
Clique aqui!!
30 julho, 2007
Dica rápida ( shell + regex )
Aqui vai uma dica rápida, um comando 'velociraptor', pequeno e mortal ...
egrep -v '^$|^#|^;' arquivo-original > novo_arquivo
Pergunta01: O que esse comando faz?
Limpa comentários e linhas vazias redirecionando a saída para um arquivo novo.
Pergunta02: Onde vou usar isso?
Imagine você ter que procurar pelas linhas descomentadas em um arquivo com 2.000 linhas, tipo squid.conf ...
;)
Pergunta03: Porque meu "banco" não pensou nisso antes? (os mais velhos vão entender)
Talvez porque você não comprou o livro do Aurélio.
:D
egrep -v '^$|^#|^;' arquivo-original > novo_arquivo
Pergunta01: O que esse comando faz?
Limpa comentários e linhas vazias redirecionando a saída para um arquivo novo.
Pergunta02: Onde vou usar isso?
Imagine você ter que procurar pelas linhas descomentadas em um arquivo com 2.000 linhas, tipo squid.conf ...
;)
Pergunta03: Porque meu "banco" não pensou nisso antes? (os mais velhos vão entender)
Talvez porque você não comprou o livro do Aurélio.
:D
14 fevereiro, 2007
Namairë
Esses dias navegando pelo Wikipédia encontrei o Portal: Terra-Média, sem sombra de dúvidas um ótimo ponto de partida para quem quer conhecer mais sobre J.R.R Tolkien e seus personagens. Dentro deste portal encontrei também o famoso poema élfico chamado Namairë, ou ainda, conhecido também como "O Lamento de Galadriel".
Particularmente acho lindo esse poema, aliás, foi através dele que me interessei pela língua élfica, caso você tenha interesse também, recomendo o livro Curso de Quenya.
Segue abaixo o poema em sua versão original em élfico:
Ai! laurië lantar lassi súrinen,
Yéni únótimë ve rámar aldaron!
Yéni ve lintë yuldar avánier
mi oromardi lissë-miruvóreva
Andúnë pella, Vardo tellumar
nu luini yassen tintilar i eleni
ómaryo airetári-lírinen.
Sí man i yulma nin enquantuva?
An sí Tintallë Varda Oiolossëo
ve fanyar máryat Elentári ortanë
ar ilyë tier undulávë lumbulë
ar sindanóriello caita mornië
i falmalinnar imbë met, ar hísië
untúpa Calaciryo míri oialë.
Sí vanwa ná, Rómello vanwa, Valimar!
Namárië! Nai hiruvalyë Valimar!
Nai elyë hiruva! Namárië!
Agora a tradução:
Ah! Como ouro caem as folhas ao vento,
Longos anos inumeráveis como as asas das árvores!
Os longos anos se passaram como goles rápidos do doce hidromel
Em salões altos além do oeste,
Sob as abóbadas azuis de Varda
Onde as estrelas tremem na canção
De sua voz de Santa e Rainha.
Quem agora há de encher-me a taça outra vez?
Pois agora a Inflamadora, Varda, a Rainha das Estrelas,
do Monte Semprebranco, ergueu suas mãos como nuvens
E todos os caminhos mergulharam fundo nas trevas;
E de uma terra cinzenta a escuridão se deita
sobre as ondas espumantes entre nós
E a névoa cobre as jóias de Calacirya para sempre .
Agora perdida, perdida para aqueles do Leste está Valimar!
Adeus! Talvez hajas de encontrar Valimar.
Talvez tu mesmo hajas de encontrá-la. Adeus!
Particularmente acho lindo esse poema, aliás, foi através dele que me interessei pela língua élfica, caso você tenha interesse também, recomendo o livro Curso de Quenya.
Segue abaixo o poema em sua versão original em élfico:
Ai! laurië lantar lassi súrinen,
Yéni únótimë ve rámar aldaron!
Yéni ve lintë yuldar avánier
mi oromardi lissë-miruvóreva
Andúnë pella, Vardo tellumar
nu luini yassen tintilar i eleni
ómaryo airetári-lírinen.
Sí man i yulma nin enquantuva?
An sí Tintallë Varda Oiolossëo
ve fanyar máryat Elentári ortanë
ar ilyë tier undulávë lumbulë
ar sindanóriello caita mornië
i falmalinnar imbë met, ar hísië
untúpa Calaciryo míri oialë.
Sí vanwa ná, Rómello vanwa, Valimar!
Namárië! Nai hiruvalyë Valimar!
Nai elyë hiruva! Namárië!
Agora a tradução:
Ah! Como ouro caem as folhas ao vento,
Longos anos inumeráveis como as asas das árvores!
Os longos anos se passaram como goles rápidos do doce hidromel
Em salões altos além do oeste,
Sob as abóbadas azuis de Varda
Onde as estrelas tremem na canção
De sua voz de Santa e Rainha.
Quem agora há de encher-me a taça outra vez?
Pois agora a Inflamadora, Varda, a Rainha das Estrelas,
do Monte Semprebranco, ergueu suas mãos como nuvens
E todos os caminhos mergulharam fundo nas trevas;
E de uma terra cinzenta a escuridão se deita
sobre as ondas espumantes entre nós
E a névoa cobre as jóias de Calacirya para sempre .
Agora perdida, perdida para aqueles do Leste está Valimar!
Adeus! Talvez hajas de encontrar Valimar.
Talvez tu mesmo hajas de encontrá-la. Adeus!
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